POLÉMICA PASCAL (TURIZ): Padre e mordomos da cruz de costas voltadas

O facto de os mordomos da cruz terem feito o compasso pascal apenas num grupo, ao contrário do que é prática habitual nos últimos anos, em que costumam sair três cruzes em três percursos diferentes, está a provocar polémica na comunidade cristã de Turiz. Padre e mordomos, com aliados de um lado e de outro, abriram a "polémica pascal".

O pároco Marcelino Silva pretendia que o grupo se dividisse em três e percorresse trajectos diferentes, «como costuma acontecer», algo que esbarrou na vontade dos mordomos deste ano.
As três cruzes acabaram por sair, embora integradas num único percurso. A comunidade estaria avisada para as alterações e prevenida para os novos horários.

ÁGUA BENTA E RECOLHA

Ao jornal “O Vilaverdense”, um popular acusa o padre de não ter deixado os mordomos levar água benta para o compasso e também de não ter participado no acto de recolher das cruzes na Igreja.

O sacerdote nega as acusações, assegurando que os mordomos indicaram que a recolha da cruz seria feita pelo padre da Lage, Constantino Sousa. Acusa ainda os mordomos de se terem recusado a incluir os Escuteiros no compasso.

Já antes disso, na sexta-feira, o pároco não participou na Via Sacra, que, segundo o mesmo popular, não terminou na Igreja por imposição do padre, que também não terá cedido as cruzes para a encenação.

O padre Marcelino Silva nega totalmente as acusações.

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Redacção /
ovilaverdense@gmail.com

    Jornal o VilaVerdense
18 de Abril de 2017 / 17:59

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